• Cá Souza

BOIPEBA: o que fazer em 4 dias na ilha

Localizada ao Sul de Salvador, Boipeba faz parte do Arquipélago de Tinharé, onde também fica a vila de Morro de São Paulo. Definitivamente a ilha é um destino para quem quer relaxar, ter muito contato com a natureza e curtir o visual lindo de coqueiros e praias paradisíacas.


Estava na dúvida entre voltar a Morro de São Paulo ou ir para Boipeba, só tinha ouvido falar desse lugar porque minha irmã viajou para lá e amou. Ainda bem que segui o conselho dela, pois não tem como não se apaixonar por Boipeba.


A única parte mais chata da viagem foi decidir como ir, afinal, são várias opções para chegar até Boipeba saindo de Salvador. Nesse post aqui, contei tudo que pesquisei sobre esse trajeto, com dicas dos valores e comparação do tempo de cada percurso, inclusive o perrengue de viagem que passei com meu marido.


Velha Boipeba

Os preços mencionados no post são de março/2022.


Dicas para planejar sua viagem a Boipeba

Quando ir para Boipeba: apesar da Bahia ser um destino de Sol quase o ano todo, já peguei bastante chuva por lá. Do fim de abril até julho são os meses com mais chances de pegar chuva, e os dias mais quentes e com menos probabilidade de chuva acontecem de dezembro à março.


Decidi fazer a viagem em meados de março e achei um ótimo período, já tinha acabado a alta temporada e fez bastante Sol, só choveu uma manhã. Acredito que se você quer fugir da alta temporada e ainda pegar tempo bom, a melhor época para ir a Boipeba é em março, setembro, outubro e novembro.


Tábua das marés: sempre pesquise a tábua das marés da semana que você estará por lá, porque alguns passeios e praias são melhores (ou só são possíveis) na maré baixa.


As fases da Lua também interferem na sua viagem: na Lua cheia e Lua nova ocorre uma variação maior no volume das marés, a maré baixa fica mais baixa, e a alta, mais alta. Já nas Luas minguante e crescente, o mar fica mais ou menos com o mesmo volume, sem piscinas naturais, fenômeno que chamam de maré morta.

Boca da Barra

Dinheiro: na ilha não tem caixa eletrônico nem bancos, pode levar um pouco de dinheiro por garantia, mas a maioria dos lugares e passeios aceitava cartão ou PIX.


Mercado: se você quiser levar uma bolsa térmica pequena, vale a pena pegar algumas bebidinhas no mercado, principalmente água.


Transporte: automóveis são proibidos por lá por causa da conservação ambiental. Os passeios acontecem de barco, trator, quadriciclo e moto.


O trator puxa uma carroceria com as pessoas

Segurança: achei a ilha um dos lugares no Brasil que realmente posso falar que me senti segura. As pessoas são muito hospitaleiras e simpáticas.


Internet: a melhor operadora atualmente é a Vivo. Meu marido tem Claro e muitas vezes ficava sem sinal.


Voltagem: 220v.



Onde se hospedar em Boipeba


Havia pesquisado algumas opções de onde ficar em Boipeba, sendo Moreré uma opção para quem gosta de mais tranquilidade, e na Velha Boipeba, que é o local de desembarque no cais principal. Decidi por essa última opção, principalmente pela facilidade de chegar.


Resolvi aproveitar nessa viagem para experimentar ficar em duas pousadas diferentes. Escolhi como primeira opção a Frau Spring, uma hospedagem que fica mais para dentro da ilha, uns 20 minutos a pé do cais principal. Pedi informação para os locais (super simpáticos) e fui seguindo as placas espalhadas pelo caminho com o nome da pousada e foi tranquilo de chegar.


A pousada tem um ótimo custo x benefício, o café da manhã era muito bom, com salgados feitos na hora, bolos, pães, frutas, frios, tudo fresquinho. A simpatia dos funcionários também foi um diferencial, exclusivamente da Meide, um amor de pessoa, muito acolhedora e deu várias dicas sobre passeios e onde comer em Boipeba.


Outro ponto positivo é que essa pousada ficava na rua do ponto do trator, de onde saem alguns dos passeios que fiz pela Ilha de Boipeba.


A única coisa que deixo de atenção é que tinha bastante pernilongo, não sei se por causa da época, então não se esqueça de levar repelente.


R$ 152,10 a diária para o casal.


A segunda pousada em Boipeba foi a Charme do Dido. Eu fiquei louca para conhecer quando li os comentários na Booking, todo mundo elogiando e falando maravilhas sobre a hospitalidade do Dido, conforto dos quartos e claro, o café da manhã. Além da excelente localização, muito perto do cais principal.


Pousada Charme do Dido

E sem dúvidas foi uma experiência diferenciada em Boipeba. São poucos quartos, acho que 5 apenas, todos temáticos e com cromoterapia para deixar o quarto e seu sono mais aconchegante. A cama era super confortável, no banheiro tinha shampoo e sabonete líquido disponível no chuveiro, TV com Netflix e outros streamings para os dias de chuva e fomos recebidos com uma cartinha fofa contando sobre a ilha, fitinhas do Senhor Bonfim e bombons. As duas águas da geladeira também eram cortesia.


O quarto da pousada

O café era servido na varanda da pousada e o Dido pedia para você escolher o horário, acho que porque as comidas são preparadas para cada apartamento, tudo fresquinho e feito na hora.


Olha essa mesa de café da manhã, cada dia tinha algum item diferente, tapioca com ovo, bolo, tostex, frutas da época, suco natural, e o café é de produção própria, uma delícia! Foi muito gostoso acordar e tomar um café maravilhoso assim apreciando a natureza ao redor da pousada.




E para finalizar a avaliação, não poderia deixar de comentar mais sobre a simpatia do Dido. Pense numa pessoa de bem com a vida! Ele nos recebeu muito bem, deu várias dicas de passeios, adorava conversar e nos contou muitas histórias sobre a Ilha de Boipeba , um tratamento excepcional.


R$ 250,00 a diária para o casal.


O que fazer em Boipeba: roteiro dia 1


O primeiro dia foi de explorar a região da Velha Boipeba. Da pousada Frau Spring deu para ir a pé até duas praias próximas: Cueira e Tassimirim.


Cueira

Você pode ficar na praia da Cueira ou seguindo para a esquerda, passar pelas pedras e chegar a praia de Tassimirim (minha escolha).


Tassimirim

Passei o dia todo lá. A maré estava baixa pela manhã, então o mar estava bem raso para tomar banho, bem piscininha com a água bem quentinha. Achei a praia bem tranquila, as cabaninhas na beira do mar dão um visual lindo também e é ótima para quem não quer agito.



Tassimirim

Fiquei na barraca Flor do Caribe, destaque para a simpatia e simplicidade do Binho, o dono. Ele deu várias dicas sobre Boipeba, contou um pouco da sua história e o trabalho lindo que faz na comunidade nativa.


Além de tudo, ele cozinha super bem, o almoço foi um delicioso peixe frito vermelho, com arroz, farofa e feijão cozinhado com abóbora.



Almoço na barraca Flor do Caribe

Total da conta: R$ 185,00 (almoço + 2 cervejas + 2 drinks).

Continuando para a esquerda da praia você encontra uma trilha que leva de volta a vila. Achei a entrada mal sinalizada, fui entrando numa parte que era uma casa privada e um homem que morava lá deu uma bronquinha, ficou resmungando.

Caso você esteja saindo da praia, não siga o caminho que tem uma casa ao fundo, vá pela direita que verá o começo da trilha. Se você for para Tassimirim por essa trilha saindo da Vila não terá erro.

A trilha leva uns 25/30 minutos e vai beirando o mar , o visual é bem bonito. No caminho tem várias pousadas com uma cara de serem bem aconchegantes, e você também passa pela Praia das Pedrinhas.

Vista durante a trilha

O fim da trilha é na Praia Boca da Barra, e caminhando mais um pouco chega até a Ponta da Boca da Barra. Lá tem 2 restaurantes, o nascente do Sol e Toca do Lobo, com um ótimo lugar para apreciar um por do Sol lindo na Ilha de Boipeba.


Boca da Barra


Pôr-do-Sol Ponta da Boca da Barra

Um amor por esse céu

O que fazer em Boipeba: roteiro dia 2

No segundo dia em Boipeba, fiz um passeio de trator até a Praia de Moreré. O valor do trator foi R$ 25,00 para 2 pessoas (uma pessoa custava R$ 13,00 e aceitava PIX), e também tinha a opção de quadriciclo, só que mais caro, R$ 25,00 por pessoa (apesar dos preços serem tabelados, se for baixa temporada dá pra negociar).

Foram uns 20 minutos no trator até a entrada da praia. Você pode ficar nos restaurantes assim que chega, mas uma dica da moça da pousada era andar mais um pouco para o lado esquerdo até o Restaurante Paraíso.


Moreré


Ele é bem arborizado, com redes espalhadas e um ambiente bem gostoso para passar o dia. Tinha banheiro e chuveiro, além de ser perto das piscinas naturais que se formam na maré baixa.


Vista do Restaurante Paraíso (após a maré subir)

A praia estava com a água muito quente, sério, foi a praia mais quente que já fui na vida (superou Maldivas), não sei se é sempre assim ou por causa da época do ano. O mar era calminho e gostoso de ficar, também uma piscininha na maré baixa.


Moreré


Valor do almoço: prato "Degustação peixe frito" + jarra de suco = R$ 99,00 para duas pessoas.

Saí da praia era umas 15h para poder ver o pôr-do-Sol numa pousada chamada O Céu de Boipeba. O esquema deles você paga R$ 50,00 por pessoa com consumação (mais os 10%).


Pousada O Céu de Boipeba

Os pedidos foram 2 sucos de amora (muito bom), uma caipirinha de limão e uma porção de bolinho de queijo e frango. A conta para dois deu R$ 115,50.


Vista da pousada

Consulte o cardápio aqui (pode haver alteração nos preços dependendo da época).

Para chegar lá saindo da pousada Frau Spring foram uns 8 minutos a pé até a entrada que tem uma placa "o céu”. Depois, passei por um portão e fui seguindo por um caminho de areia. Passando por um campo de areia, só seguir em frente. Nesse caminho, você terá uma vista linda da ilha, mas a subida cansa um pouquinho.


Vista da subida

Um caminho mais rápido (o que fiz na volta) é continuar em frente quando achar a placa "o céu" (fica numa rua que também tem um ponto de quadriciclo chamado "ribeirinho"). Quando encontrar uma barraquinha chamada "Mangueira", vire para a esquerda e verá uma entrada. Vá reto e siga subindo direto pelo caminho de terra com pneus no chão.


#diCáh: chegue mais cedo (abre às 16h) para pegar a mesa logo na entrada, foi praticamente nosso camarote particular, na minha opinião, o melhor lugar para contemplar o pôr-do-Sol.

Camarote para esse espetáculo


Pôr-do-Sol no Céu de Boipeba

Eles também oferecem jantar a partir das 19h30min, e o rapaz comentou que dá pra ver o nascer da lua em dias de limpo.


E na volta, não se esqueça de olhar para cima, como a pousada fica bem no alto, tem uma sensação de estar mais próximo do céu e apreciar uma noite estrelada encantadora.


O que fazer em Boipeba: roteiro dia 3


No terceiro dia na ilha fiz o passeio até a Praia de Bainema. Do ponto do trator, fui de quadriciclo mesmo, o rapaz chamava Maciel, bem simpático, e cobrou R$ 50,00 para duas pessoas.


Bainema

Foram uns 15 minutos de trajeto, mas como o quadriciclo só pode ir até o começo de Bainema, você precisará caminhar mais uma meia hora até a ponta da praia, onde ficam duas barracas.


Bainema

Por recomendação, escolhi ficar na barraca Sabor da Terra (Ligeirinho). O bom de ficar nessa ponta é aproveitar as piscinas naturais, o mar estava tranquilo e a temperatura da água muito boa, não tão quente como em Moreré.


Quiosque do Ligeirinho

Valor total do almoço: R$ 132,00 (pedimos um peixe, água de coco e suco).

Eu amo o mar do nordeste!

Maré baixa em Bainema

Saímos da praia umas 15h, considerando que tinha a caminhada de meia hora. Vimos alguns rapazes com quadriciclo no mesmo lugar que o Maciel nos deixou, mas preferimos voltar de trator, por isso o tempo a pé aumentou em mais uns 15/20 minutos até o ponto do trator (essa parte foi por uma estrada de lama, mas como o tempo estava seco, foi tranquilo fazer).


Começo de Bainema

O valor foi o mesmo de R$ 25,00 para duas pessoas, mas como o trator só sai com um mínimo de 6 ou 8 pessoas, demorou um pouco mais do que na opção de ir de quadriciclo. Como não tinha pressa, foi bom economizar R$ 25,00.


Trilha de volta até o ponto do trator


Para fechar o dia, sentamos na ponde de madeira (tipo um deck) que liga a vila até a Ponta da Boca da Barra para ver mais um lindo pôr-do-Sol na ilha de Boipeba.


Ponta de Boca da Barra

O que fazer em Boipeba: roteiro dia 4


O último passeio pela ilha foi para a Praia de Castelhanos, um lugar imperdível e que você precisa colocar no seu roteiro por Boipeba. Saindo de quadriciclo do ponto do Ribeirinho (caminho do Céu de Boipeba), foram 45 minutos até a primeira parada, a Praia das Amendoeiras.




Pedi para o rapaz deixar a gente lá para aproveitarmos a maré baixa, já que a praia é linda e estava deserta.



Maré Baixa na Praia das Amendoeiras

De lá, seguimos a pé até Castelhanos, uma caminhada tranquila de uns 40 minutos. A praia tem esse nome porque lá tem um navio espanhol naufragado.


Castelhanos

Parada obrigatória nesse caminho é um coqueiro deitado para fotos!


Parada obrigatória!


Ponta de Castelhanos

Castelhanos foi minha praia preferida, a água é de vários tons de azul escuro e o encontro com o rio deixa o visual mais lindo ainda. O banho no rio estava uma delícia também, mais refrescante.


Um visual inesquecível

Peguei a indicação com o Dido da Barraca da Nega, ela tem drinks diferentes (experimentei um de Cacau) e oferece os pratos de lagosta (um dos mais famosos é o lagosta na manteiga). Provei apenas o pastel de lagosta com queijo e banana, estava bem gostoso.


Castelhanos

Total do almoço: porção de agulinha R$ 40,00 + drink R$ 30,00 + pastel R$ 26,00 + serviço e taxa do cartão de crédito = R$ 118,00


O rapaz do quadriciclo fica a dia todo com você, esperando o horário que você decidir ir embora para o pôr-do-Sol, que podia ser em dois lugares: na Oca do Monte ou em um campo mais alto chamado Parque das Mangabas, com uma vista linda 360 graus da ilha (minha escolha).


Vista Parque das Mangabas

No caminho, passamos pela comunidade Cova-da-Onça, e uma curiosidade, esse nome vem de uma lenda: no passado, os escravos da região fugiam e se escondiam numa cova com a ajuda de um padre. Só que havia rumores de que naquela cova morava uma onça, por isso ninguém tinha coragem de ir verificar e os escravos ficavam seguros.


O dia estava lindo, mas tinham umas nuvens na frente do Sol e percebi que o rapaz queria voltar antes do pôr-do-Sol, principalmente porque o caminho era mais longo.


Sem nuvens deve ser lindo o pôr-do-Sol

Total do passeio: R$ 150,00 por pessoa.


Você também pode fazer o passeio de barco até Castelhano (R$ 220,00) com parada em piscinas naturais, ou também a pé, saindo da Velha Boipeba até Bainema. Nessa opção, você precisa de um guia que sai de Bainema para fazer a trilha pelo mangue (precisa ser feita com o guia, porque você pode se perder). Pelo que o Dido comentou, é uma caminhada de uma hora ou mais.


O contato de um guia que recomendado pelo Dido é o Alisson (75 9296-7439) da agência de turismo Adventure


Banho de rio em Castelhanos

Passeios alternativos em Boipeba


Como falei antes, o Dido nos deu várias dicas diferentes, e vou deixar aqui duas bem interessantes para quem gosta de fazer passeios alternativos e ecológicos.


Um deles é com a Marta da Ecomar - Ecoturismo Marinho (71 9295-8858): ela faz um passeio noturno para ver bioluminescências e plânctons.


O outro é com a quasenativa, uma escritora e viajante que faz passeios comunitários e diferentes para quem conhecer Boipeba além das praias.


Eu adoraria ter feito esses passeios, mas tem coisas que a gente só descobre na viagem mesmo, por isso, vou adorar saber se um dia você incluir essas opções no seu roteiro para Boipeba, pode me andar um direct no meu Instagram @contadoradeviagens.


No meu último dia, choveu bastante pela manhã, mas no fim da tarde ainda deu para ver o pôr-do-Sol. A ideia era tomar um sorvete que o Dido recomendou em uma sorveteria artesanal que fica bem perto do cais, ao lado dela tem um banquinho para curtir o pôr-do-Sol, mas nesse dia não estava aberta.


Velha Boipeba

Visite Boipeba!

O que fazer a noite em Boipeba


As noites em Boipeba se resumiam a dar uma volta no centrinho, olhar os artesanatos e escolher algum lugar para comer. Na Velha Boipeba não faltam opções de restaurantes, concentrados mais ao redor da Praça Santo Antônio, onde você também vai encontrar barraquinhas de lanches, petiscos e drinks.


Praça Velha Boipeba

O lugar animado que fui era o Casinha latina. Pedimos uma tábua com petiscos variados (bruschetta, frango empanado, batata rústica e banana da terra) e uma jarra de suco (R$ 85,80).


Comidinhas na Casinha Latina

O Dido também havia recomendado comer no Panela de barro, oferece comida caseira com bom custo x benefício, mas acabei não indo conhecer esse restaurante.


Na primeira noite na ilha, a Meide indicou a Pizzaria Family Guest House, ficava bem pertinho da pousada Frau Spring e eles também tem delivery. A pizza estava muito gostosa (1 pizza grande + refrigerante = R$ 71,00).


Por duas noites, o jantar também foi pizza, na Pizzaria Nosso Canto, um lugar super charmosinho entre árvores perto da pousada Charme do Dido. Tem um ótimo custo x benefício, pedíamos o tamanho médio, com 6 pedaços (pizza + jarra de suco = R$ 70,00).


Pizzaria Nosso Canto

No último dia, jantamos no restaurante Rainha do Mar (na frente de uma pizzaria chamada Terra Brasilis). Meu marido estava com vontade de comer carne depois de tantos dias comendo peixe, e pedimos um file mignon com molho de vinho, muito bom (R$ 136,00 com pãozinho de entrada).


Quanto custa viajar para Boipeba


Gosto de deixar os valores para você ter uma ideia de quanto vai custar a viagem, mas lembre-se que depende também de alta temporada (viajei na baixa).


Gastos em Boipeba

Também não considerei a passagem porque comprei com milhas.


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E esse foi meu roteiro completo de 4 dias pela ilha de Boipeba, espero que tenha gostado e que te ajude a planejar a sua viagem!


Centro de lojinhas Velha Boipeba

Quer mais diCáhs? Confira no meu Instagram os stories da viagem nos destaques "Boipeba" e nesse vídeo eu dou uma explicação geral dos lugares que visitei pelo mapa da ilha ;)

 

Não vá embora ainda não! Confira outros roteiros de destinos incríveis no blog. Se precisar de mais dicas de viagem me siga no Instagram @contadoradeviagens.


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